Bloco de questões específicas

Prefeitura de Piçarra/PA 2025 - Técnico em Radiologia

Instituto Ágata - prova completa com 20 questões gerais e 10 específicas

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Ano: 2025

Banca: Instituto Ágata

Órgão: Prefeitura Municipal de Piçarra/PA

Prova: Técnico em Radiologia

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Foram encontradas 30 questões

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Ano: 2025

Banca: Instituto Ágata

Órgão: Prefeitura Municipal de Piçarra/PA

Prova: Técnico em Radiologia

A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) Qual é a ideia principal do texto?

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Ano: 2025

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Órgão: Prefeitura Municipal de Piçarra/PA

Prova: Técnico em Radiologia

A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) Qual dos recursos a seguir representa um argumento utilizado pelo autor para sustentar a gravidade do burnout no ambiente de trabalho?

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Ano: 2025

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Órgão: Prefeitura Municipal de Piçarra/PA

Prova: Técnico em Radiologia

A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) No trecho “ Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis...”, o conectivo destacado tem a função de

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Ano: 2025

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A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) Analise as afirmativas abaixo sobre a acentuação gráfica de palavras presentes no texto: I. A palavra saúde é acentuada por conter um hiato; II. A palavra síndrome é acentuada porque é uma paroxítona terminada em-e. III. A palavra saudáveis é acentuada por ser uma paroxítona. Assinale a alternativa correta.

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Ano: 2025

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A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) Leia as afirmativas a seguir sobre o uso de pontuações, em seguida marque V para verdadeiro ou F para falso. () No trecho: “Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde”, os dois-pontos são utilizados no texto para introduzir uma explicação ou esclarecimento, como em listas ou definições; () No trecho: “A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação”, o travessão é usado no texto para substituir a vírgula em enumerações e não possui função expressiva; () No trecho: “entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade”, a vírgula aparece no texto para isolar expressões explicativas. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

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Ano: 2025

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A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) Analise as afirmativas abaixo com base nos verbos: I. O verbo promove, presente no trecho “o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar”, é rizotônico, pois a tonicidade recai sobre o radical; II. O verbo precisa, no trecho “quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde”, é arrizotônico, já que a sílaba tônica recai fora do radical; III. O verbo cresce, no trecho “cresce a urgência por estratégias”, é um exemplo de verbo arrizotônico, pois a tonicidade recai na desinência. Assinale a alternativa correta.

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A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) No texto, a palavra “burnout” aparece em itálico. Qual é a principal razão para esse uso?

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A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) Associe os autores da Coluna A às suas respectivas contribuições ou teorias apresentadas na Coluna B. Coluna A Coluna B 1. Christophe Dejours A. Criou o termo burnout para descrever exaustão emocional. 2. Herbert Freudenberger B. Abordou que o trabalho pode causar insatisfação e exaustão. 3. Maslach C. Reconheceu o burnout como risco ocupacional em serviços humanos. 4. Moreno-Jimenez e Schaufeli D. Relataram impact o do adoecimento no absenteísmo e produtividade. Assinale a sequência correta.

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Ano: 2025

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A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder às questões de 1 a 10. Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissio nal nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional. Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade d as empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (Moreno-Jimenez e Schaufeli, 2007). Alé m disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações. Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolam ento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desga ste emocional. Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Br asil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo. (ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak) Considerando a progressão textual do texto, qual alternativa melhor explica como o autor organiza as ideias para desenvolver o tema?

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